segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Carnaval



O carnaval com certeza é uma época de brincadeira, de alegria, de se esbaldar nas festas. O país inteiro está em festa. É claro, cada região com sua cultura, com seu tipo de curtir a festa. Não é atoa que o Rio de Janeiro e tão famoso, além da sua beleza temos o desfile das escolas de samba. Que modesta parte, não tem pra ninguém , é um espetáculo e tanto. Não acaba por ai tem os blocos, bloco da Preta, Bola preta e por ai vai. Na Bahia, a vez é do axé, tem o trio- elétrico da Claudia Leite o Largadinho que promete animar todo mundo com a participação do PSY vai ser ótimo. É quem nunca quis pular na pipoca? Atrás do trio-elétrico estão milhares de pessoas. Já  em Pernambuco, em Olinda e Recife é feito um  lindo o carnaval.
As troças tem o poder de não lhe deixar parado um segundo. As ladeiras não impede nenhum folião de brincar o carnaval. Há uma magia incrível em tudo. No frevo, maracatu, caboclinho...
O galo da madrugada é um marco no carnaval do recife (eu nunca fui :/), os bonecos de olinda são lindos, os papangus de bezerros são mágicos, o estado inteiro é festa!
Então, em qualquer lugar do Brasil que você estiver, brinque o carnaval com alegria e segurança.  O Brasil nos oferece esse muita opção .
Lembre-se sempre:
- se beber não dirija
- e use sempre camisinha
Também não acabe com o seu carnaval, nem o dos outros brigando, provocando e causando discórdia entre as pessoas. É tempo de confraternização entre amigos, não acabe com a magia da festa brigando.


Aos que trabalharam muito no começo do ano, aproveitem o feriadão descansando, relaxando.
E aos foliões que ainda não estiveram no carnaval de RJ e se tiverem a oportunidade de brincar o carnaval nessa terra de sol escaldante , que venham e venham a caráter. 
Feliz Carnaval.Aproveitem muuuito.




OBS: eu posso demorar um pouco pra vir aqui por que certamente eu estarei na folia. Mas sempre que puder, vou vir aqui sim.



.

Eu preciso...

"Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive". 

Não perca tempo!



Já parou pra pensar que de um jeito ou de outro as pessoas vão embora? Que não é brincadeira quando os adultos dizem: "Aproveitem a sua adolescência. Se eu pudesse, eu voltaria a ter meus 17 anos"? Que a vida passa rápido mas a gente nunca se da conta? Que nós sempre vivemos na mesmice?
Pois é, infelizmente as pessoas um dia vão embora. Elas não ficam na sua vida para sempre, uma hora elas vão ter que partir. Os amigos dos tempos de escola desaparecem e quando reencontramos eles (muitas vezes não acontece isso) o que fazemos é sorrir e relembrar o que vivemos juntos. As amigas inseparavéis da gente um dia também vão embora, as vezes nem vão por completo (pra nossa felicidade) mas passam um bom tempo longe de nós e só nos comunicamos via internet. Aquelas amigas de infância? Com quem vivemos as aventuras mais puras e legais do mundo? Inexplicavelmente elas também vão. Os namorados que nos prometeram amor eterno, aqueles que nós pensamos nunca esquecer? Também irão. Os nossos pais e familiares? Infelizmente e amargamente eles também se vão e de um jeito que nunca poderá voltar.
Então, o que devemos fazer? Rá, devemos sempre viver momentos intensos com cada pessoa que passa em nossa vida. Para que quando elas se forem, nós fiquemos com uma grande carga de maravilhosas histórias para lembrar. Temos que dizer sempre o que passamos e devemos mostrar sempre os nossos sentimentos. Pra que quando eles forem embora, que possam levar com eles nossas incríveis palavras. Afinal, um dia também vamos embora da vida de cada um. E assim é a vida, cheia de idas e vindas. De encontros e partidas. De reencontros e de mais partidas.
Na verdade, as pessoas quando vão, nunca vão por completo. Sempre deixam uma lembrança em nós. Seja uma palavra, um momento, uma história, uma foto, um presente, um sorriso, uma carta, um beijo, um abraço, enfim algo que possamos lembrar ou olhar e nos fazer relembrar de quem se foi e que sempre será especial em nossos corações. E é claro, nós também nunca vamos por completo. Sempre deixamos algum vestígio.
Por isso temos que aproveitar sempre e sempre deixar nas pessoas uma lembrança feliz.
Por que a vida realmente passa rápido, tão rápido que as vezes nem lembramos com que roupa estávamos ontem. Sempre seja sincero, sempre diga eu te amo a quem você ama, sempre mostre seus sentimentos. Se arrisque. Crie aventuras em sua vida, em seu dia-a-dia e as olhe como um desafio a ser cumprido. Viva história de amor. Não tenha medo de amar intensamente. Sonhe. Não se arrependa. Chore quando for preciso e sorria muito.
E sempre deixe que novas pessoas entrem e passem na história da sua vida.
Por fim, sempre tente ser única na vida de cada um que um dia irá embora.

Pare de me ligar!


Você me fez perder a inspiração pra escrever textos de amor. Sabe o que é isso? Paro, com o papel e caneta na mão, fico horas olhando pra o espaço em branco. Rabisco coisas sem nexo e desisto de escrever algo bom, porque não consigo pensar em palavras que descrevam o que sinto por você. Eu simplesmente, não consigo compreender o que acontece comigo quando você chega perto. Não sei mais por em palavras o que se passa dentro de mim quando você me liga e quando escuto a sua voz. Eu não tenho controle do meu corpo quando detecto a sua presença. E o meu maior medo é de descobrir que por você estou apaixonada. Então, por favor, eu peço a você, com todas as minhas forças. Pare. Pare de me fazer acreditar que ainda existe um “nós” entre a gente. Pare de me fazer crer que existe um amor e que por ele, ainda vale lutar. Será que você não percebe o quanto eu mudo quando estou na sua presença? – o meu corpo endurece, as minhas pernas ficam bambas, meu coração bate acelerado, minha voz fica mais meiga e parece que eu estou cantando e eu começo a suar frio. Acho que isso deveria ser notável, não acha? – Ou o quanto eu fico irritada quando você vem falar dos seus antigos casos de amor? – sinceramente, eu não estou nem um pouco interessada em saber como aconteceu as suas histórias, com as suas ex’s.

Eu já estou cansada de frear os meus sentimentos por você. De tentar fingir pra mim mesma, que por você, eu não sinto nada. Eu cansei de fingir que não sinto nada quando você me toca, me olha ou brinca comigo – Por mais, que pra você, seja apenas um gesto carinhoso, pra mim, vale muito mais. Tenho profunda raiva de como a minha mão treme, os meus olhos se arregalam e o meu coração acelera quando eu escuto a música que toca quando você liga – porque significa que você está ligando pra mim. É ridículo de tão aparente que fica a minha mudança de humor.
Sempre achei que o amor fosse uma via de mão dupla. E é exatamente por isso que eu não quero e nem posso me apaixonar por você. Porque aí, a via só vai ter uma mão. E eu vou ser a única a sofrer e eu já não tenho mais forças pra isso.
Por isso, eu te peço. Pare de me ligar, de me visitar e até de se preocupar comigo. Quem sabe a distância não vai ser melhor pra nós dois? Com certeza, essa vai ser a atitude mais linda que você pode ter comigo – me impedir de amar você. Sabendo, que se tal acontecer, você não poderá retribuir o sentimento.

Esses dias..


Esses dias eu li um texto da Martha Medeiros que dizia:
Gaste seu amor. Usufrua-o até o fim. Enfrente os bons e os maus momentos, passe por tudo que tiver que passar, não se economize. Sinta todos os sabores que o amor tem, desde o adocicado do início até o amargo do fim, mas não saia da história na metade. Amores precisam dar a volta ao redor de si mesmo, fechando o próprio ciclo. Isso é que libera a gente para ser feliz de novo.”
Na hora que li esse texto, não me toquei de certas coisas, mas depois de uns dias caiu o ficha. SERÁ QUE É POR CAUSA DISSO? 
Será que é por exatamente não ter fechado o meu ciclo, por ter saido na metade da história? E agora? Como é que eu faço pra fechar?
De um jeito ou de outro, eu tenho que descobrir logo, por quem nem dá pra ficar presa a uma coisa que nunca mais vai voltar. E eu mereço ser feliz, preciso me libertar.


Eu quero.




Quero que me beije no meio de uma briga boba e fale o quanto me ama. Quero que me ligue no meio do dia, assim sem mais nem menos, dizendo que está com saudade e que não para de pensar no momento em que vamos estar juntos novamente. Quero que me leve a lugares que nunca fui. Que me conte segredos que jamais disse a alguém. Quero que me mande um sms durante a madrugada com frases clichês e que me abrace quando estiver com medo. Quero assistir filmes, deitados no colchão, comendo pipoca com leite condensado. Quero que apareça de repente na minha casa, me convidando pra caminhar na praia e tomar açaí na tigela. Quero que me surpreenda. Que me traga flores. Que me acalme quando algo estiver me tirando do sério. Me abrace e diga que estará ao meu lado sempre que precisar. Quero que faça planos comigo e que compartilhe suas maiores vitórias e piores derrotas. Quero estar ao seu lado nos momentos mais importantes da sua vida – e nos menos importantes também. Quebro beijos longos e abraços apertados. Quero ir sempre ao cinema. Quero dias de sol na praia e dias chuvosos debaixo do cobertor. Quero chocolates e ursinhos de pelúcia. Quero fotos e bilhetes seus espalhados por todo o meu quarto. Quero dormir vestindo a sua camisa. Quero viagens e fugas de todo o ritmo louco do dia-a-dia. Quero surpresas no aniversário e planos realizados. Não quero mentiras e falsidades. Quero lealdade e amizade. Quero amor. Muito amor. Quero histórias loucas. Quero aventuras. Quero livros de romances e Titanic. Quero escuro e amassos. Não quero descompromisso e falta de consideração. Quero cuidado. Quero beijos na chuva e embaixo d’água. Quero momentos só nossos. Bem quietinhos. Mas também quero ajitos. Quero dança e música alta. Quero sorrisos e olhares intensos. Quero beijos roubados. Quero brigas e reconciliações. Quero noites mal dormidas e sonos prolongados. Quero frases sussurradas ao pé do ouvido e carinhos no pescoço. Quero cafuné. Quero gritos de gol quando meu time ganhar. Quero piadas, palhaçadas e brincadeiras. Quero verdades e sinceridade. Quero verões memoráveis e invernos inesquecíveis. Quero conquistas em conjunto. Quero seu perfume na minha pele. E o meu, na sua. Quero pensamentos trocados. Quero estar na sua mente. Quero te fazer sorrir. Te fazer feliz. Quero choros de alegria e gritos de felicidade. Quero declarações e lições. Quero aprendizado. Quero “eu amo você” olhando nos olhos. Quero música. Quero guerra de travesseiro. Quero disputas no vídeo game. Quero cuidar de você quando estiver doente. E quero que cuide de mim também. Quero corações e cores vivas. Quero lembranças do passado, fatos de um presente e planos de um futuro. Quero descobertas e desenho animado. Quero uma história de amor. Eu quero tudo. Mas, quero tudo com você.

Meus, nossos planos.




E eu ando imaginando meu futuro com você. A gente se casando. Acordando, você me trazendo café da manhã na cama, eu passando geléia no seu rosto e você me fazendo cócegas. Eu te puxaria e nós ficaríamos ali mais um pouco, deitados, planejando o nosso dia. Você sentaria na cama, e mexendo no meu cabelo, você diria: “Você está linda hoje”. Você iria se arrumar pro trabalho e eu iria continuar na cama, com aquela sua camisa larga, lendo a tabela de esportes no jornal. Do quarto eu gritaria que o meu time estava na frente do teu no campeonato, e lá do banheiro, com o cabelo todo bagunçado e a escova de dente na mão, você iria aparecer na porta do quarto, colocaria língua pra mim e eu iria rir. Rir muito de você. Rir de nós. Rir só por estar feliz. Rir por ter você ao meu lado. Já teria dado a sua hora, e você teria que ir embora. Eu te acompanharia até a porta. Te daria mil beijos, e quando você cruzasse a porta, eu te puxaria e te abraçaria, mais. Você andaria uns dois passos, olharia pra trás e quando me visse de cabeça baixa, você voltaria, me beijaria, me pegaria no colo e iria me girar. Você diria, baixinho, no meu ouvido : “Calma, a gente vai se ver logo.” E então eu iria ficar te observando ir. Quando eu te perdesse de vista, iria correr pra me arrumar, porque já estava mais do que atrasada para o meu trabalho. Na hora do almoço, a gente se encontraria naquele mesmo restaurante. Que não seria o mais caro nem o melhor da cidade. Mas que iria ter a melhor lasanha e o melhor estrogonofe que a gente já teria experimentado na vida. Eu iria fazer o pedido e você ao olhar a minha cara de indecisa diria pro garçom: “Tem algum prato especial pro jantar? “Porque do jeito que eu tô vendo, essa lerda não vai decidir o que quer tão cedo”. Eu iria te olhar, assim, por cima, e iria rir baixinho de você. Olharia pro garçom, faria o pedido e depois eu mexeria no celular, com a cara fechada, sem olhar pra você. Você iria pegar na minha mão e dizer: “Você fica tão linda assim, minha boba”. Eu te chutaria por debaixo da mesa e com aquela cara de dor, a gente ia rir. E eu faria você prometer que me pagaria um sorvete depois. Você faria que sim com a cabeça. A gente comeria, rindo, fazendo graça, tacando coisas um no outro. Todo mundo iria olhar. A gente se despediria de novo, e voltaríamos para o trabalho. A noite, quando eu chegasse em casa, pegaria o álbum de fotos – pra passar o tempo, até que você chegasse – e passando cada foto, eu me lembraria de todos os momentos que eu passei ao teu lado. Eu deitaria no sofá da sala e pensaria em você, e depois as minhas bochechas iriam doer, de tanto sorrir. Eu pegaria o nosso cachorro no colo, e pra ele, eu contaria as nossas mil e uma histórias, tudo que vivemos juntos. Quando você chegasse em casa, eu estaria fazendo o nosso jantar. Você iria jogar a sua maleta na mesa, de qualquer jeito e depois me abraçaria por trás e me daria um beijo. Eu me viraria e sorrindo eu perguntaria como foi o seu dia. Você com o dedo dentro do molho do macarrão, diria: “Foi normal. Passei o dia todo pensando em você.” E depois levaria o dedo a boca. Eu iria bater na sua mão com a colher. Repetindo que você não podia colocar a mão dentro das panelas enquanto eu preparava alguma coisa. E você iria rir, irônico e dizer: “Tá bom mamãe… não faço mais”. Você então me puxaria, me deitaria no chão da sala e iria me beijar, me agarrar, forte,e eu tentaria me soltar. Reclamaria que o jantar já estava quase pronto, e que iria passar do ponto. Então eu colocaria pra nós dois. A gente comeria, só nós, aquele macarrão meio estranho, mas você acharia a melhor coisa do mundo, só por ter sido eu quem fiz. Eu te obrigaria a me ajudar a lavar a louça, e a gente iria molhar a cozinha inteira. Fazendo bolhas de sabão, e sem querer, quebrando uns três pratos. Depois a gente deitaria no sofá. Na tv, iria estar passando um filme meloso, aquelas histórias de amor clichês. Eu deitaria a minha cabeça no seu ombro, e choraria nas partes em que o mocinho se declara pra mocinha. Você daria um sorriso bobo, do tipo “Como ela é boba. Como eu amo essa boba.” E então você me daria um beijo na testa. Eu iria pegar no sono, e você me lavaria no colo pra nossa cama. Você me colocaria com todo cuidado na cama, e depois faria carinho no meu cabelo, repetindo como me ama. Eu fingiria que estava dormindo, só pra ouvir o que você iria dizer. E então, com um gemido baixo, eu acordaria, olharia pra você e diria: “O filme já acabou?” E você com todo o amor do mundo diria: “Sim, pode voltar a dormir meu amor.” Eu te beijaria. Delicadamente. Te tocaria, os toques mas sensíveis, mas perfeitos do mundo. Eu iria ser sua aquela noite. E por todos os dias da minha vida. E eu espero, que todos esses meus planos, possam virar realidade um dia! 

(Autor desconhecido – adaptado)  
  Pequenos Lembretes.

A FITA MÉTRICA DO AMOR




Como se mede uma pessoa? Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento. Ela é enorme pra você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado. É pequena pra você quando só pensa em si mesmo, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.
Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto. É pequena quando desvia do assunto.

Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma. Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições? Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações. Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma. O egoísmo unifica os insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade sem tamanho.


Crônicas de Martha Medeiros (Pequenos Lembretes)

No meu mundo de fada.

Quem nunca sonhou com seu príncipe encantado? Bom eu vivo no meu mundo de contos de fadas, onde tenho meu príncipe encantado pro resto da minha vida. Ser a mais rica, a mas simpática, poder gastar com tudo o que quiser, ter uma vida perfeita, ser a mulher perfeita, construir uma família bela e encantadora. Viajar o mundo ao lado do homem mais lindo e desejado do mundo, ser sua amiga, companheira, ser sua vida, ser seu coração, ser sua princesa.








                                          Feito Por Sabryna Fróes  (Pequenos Lembretes)
                                            

A IMPONTUALIDADE DO AMOR


Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha. 
Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa? 
Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio. 
O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa. 
O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito. 
A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.

                                               Crônicas de Martha Medeiros (Pequenos Lembretes)

O medo do Amor



Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê. 
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade. 
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro. 
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos. 
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.


                                                                                              Crônicas de Martha Medeiros (Pequenos Lembretes)

O ser humano.




Em quem acreditar nessa vida? Essa é uma pergunta difícil para mim . As pessoas de hoje não sei o que aconteceu mais estão mais falsas, mas traíras, fazendo o mal as pessoas ao seu redor, se deliciando com a derrota dos demais. O que isso nos leva? Para uma escuridão! Só em pensar que essas pessoas ainda se dão bem, fazendo o mal, desejando á pior coisa pra o outro. Eu vivo nesse mundo, onde o ser humano que pra se dar bem na vida passa em  cima de quem estiver em seu caminho, sem pensar se vai ferir ou não, até quando vai existe essa maldade nós seres humanos?! A maldade não vai acabar, mas eu peço a "DEUS" muita força, e o principal FÉ com ela que me fortaleço. 

                                                                                                                         Feito Por S.F 
(Pequenos Lembretes)
                                            

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Pense mais no seu futuro.



Seu futuro e você que faz, basta pensar na sua vida, no que quer ser no que seguir, no que crer, no que acreditar. A vida muitas das vezes nos pega de surpresa em alguma parte de nossas vida, nos mostrando de errando e nos dando a sorte de concertar e continuar caminhando, mais se você não pensar no seu futuro você vai ser conhecida como aquela pessoa que não foi atrás, que simplesmente desistiu. Bem lá na frente você vai pensar no que eu estava pensando quando desperdicei um futuro brilhante. " Nosso futuro e a gente que faz"